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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Samba e Amor

Postado por Unknown às 12:59
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Marcadores: Música

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das vindas

Pensei algumas coisas
poesia, bardo, vinho.
mas nada saiu
apenas o vinho, que o velho bardo
tomava, enquanto escrevia
versos

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Pedro Simões

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das poucas

da música

Bastidores

Chorei, chorei
Até ficar com dó de mim
E me tranquei no camarim
Tomei o calmante, o excitante
E um bocado de gim

Amaldiçoei
O dia em que te conheci
Com muitos brilhos me vesti
Depois me pintei, me pintei
Me pintei, me pintei

Cantei, cantei
Como é cruel cantar assim
E num instante de ilusão
Te vi pelo salão
A caçoar de mim

Não me troquei
Voltei correndo ao nosso lar
Voltei pra me certificar
Que tu nunca mais vais voltar
Vais voltar, vais voltar

Cantei, cantei
Nem sei como eu cantava assim
Só sei que todo o cabaré
Me aplaudiu de pé
Quando cheguei ao fim

Mas não bisei
Voltei correndo ao nosso lar
Voltei pra me certificar
Que nunca mais vais voltar

Cantei, cantei
Jamais cantei tão lindo assim
E os homens lá pedindo bis
Bêbados e febris
A se rasgar por mim

Chorei, chorei
Até ficar com dó de mim

Chico Buarque

dos ditos

dos desvairismos

Que saudade

Saindo de casa
ao som do violão
andando na rua
de baixo de chuva
era noite
noite de lua
lua cheia

A água corria
entre os córregos
o amor corria
entre as veias
a menina corria
na calçada
a gente gritava
clamava

Saindo de casa
era noite de chuva
era noite de lua
era lua cheia
uma saudade
bela saudade

da poesia

Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.

Neruda

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